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AUTISMO UMA FORMA DIFERENTE DE VIVER E SENTIR A VIDA!

14 de abril de 2019 | 0 Comentários

O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é uma patologia neurológica sem causa definida pelos pesquisadores, que afetam principalmente a, comunicação e interação social do sujeito.
Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) esta neuropatologia possui uma estatística relevante que nos mostra que a cada 160 crianças, uma tem o diagnóstico positivo para autismo. É preciso encontrar a maneira de aterrissar nesse pequeno mundo em que a criança parece estar isolada. Costuma ser identificado pelos médicos entre 1 ano e meio e 3 anos, mas especialistas apostam que os próprios pais são capazes de detectar os primeiros sinais a partir dos 8 meses e, assim, buscar ajuda especializada quanto antes. Apesar de ser comumente chamado de autismo infantil, pelo diagnóstico ser comum em crianças e até bebês, os transtornos são condições permanentes que acompanham a pessoa por todas as etapas da vida e cada pessoa com TEA é afetada em intensidades diferentes, resultando em situações peculiares.
Nesta terça-feira (2/4) celebramos o Dia Mundial da Conscientização do Autismo e o início do Abril Azul — mês de luta pelos que vivem com o transtorno. Á equipe de enfermagem proporcionou aos pacientes do CAPS AD, um olhar diferenciado para este transtorno; lembrando sim das dificuldades vivenciadas pelos indivíduos que são portadores do Autismo, assim como o enfrentamento de seus familiares diante do processo de reconhecer no outro a sua individualidade e seu olhar mais vivo diante das grandes e pequenas ações do cotidiano. Foi apresentado aos pacientes pela Técnica Joicile Hilário da Silva e a enfermeira Daniele Carvalho Braz, através do filme “Uma viagem Inesperada” baseado em fatos reais de uma mãe de gêmeos, os quais, eram portadores do TEA. Após o filme criou-se um debate sobre o tema, para melhor aproveitamento.
Várias foram os questionamentos, emoções relatadas pelos pacientes frente a esta questão de valorização do outro seja ele um indivíduo considerado pela sociedade, funcional e laboral “normal”, seja este portador de algum transtorno que afete essa interação social.

 

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