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Considerações sobre os usuários de drogas e o diálogo com a reforma psiquiátrica

23 de maio de 2019 | 0 Comentários

Ubá, MG – Em reunião, a equipe do CAPS AD III (Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e outras drogas) e associados da Andorinhas (Associação Ubaense de Saúde Mental) discute o consumo abusivo de drogas, e a importância da RAPS (Rede de Atenção Psicossocial) no apoio aos  usuários e seus familiares. Tal discussão se torna pertinente na semana em que comemoramos o Dia Nacional da Luta Antimanicomial visto os riscos de retrocesso nas políticas de saúde mental.

Nos últimos anos, cada vez mais vem amadurecendo o debate sobre o uso prejudicial de drogas e também crescendo a quantidade de usuários que buscam auxílio nos diversos dispositivos de saúde (unidades básicas, hospitais, CAPS, entre outros).

O  médico psiquiatra do CAPS AD III, Yuri Luz Felipe, lembra ainda que atualmente a boa prática em saúde mental,  preconiza que existam técnicas e projetos terapêuticos destinados tanto para a abstinência quanto para a redução de danos, para aquelas pessoas que não querem ou não conseguem atingir a abstinência. É uma forma de reduzir os impactos negativos e melhorar a qualidade de vida. E, na verdade, o próprio conceito ampliado de redução de danos inclui a abstinência, uma vez que concentra a atenção do indivíduo em estratégias de enfrentamento dentro da comunidade, reforço dos vínculos afetivos e reinserção social. Portanto, é importante reforçar a integração da rede de atenção ao usuário de drogas, assim como é relevante que a sociedade esteja cada vez mais consciente sobre o tema.

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